No âmbito da exposição sobre Fernando Pessoa, que decorre até 20 de Janeiro no Café "O Solar do Rainha" em Riachos, Torres Novas (ver notícia mais detalhada), decorreu este domingo, dia 27 de Dezembro, um momento cultural em que participaram dois fadistas amigos do pintor Gomes Pereira, autor dos quadros desta exposição.
Foi num ambiente informal e descontraído que Zé Perdigão e Teresa Tapadas (natural da terra) cantaram alguns fados, acompanhados também por músicos da região, Carlos Lima (viola), Bruno "Neco" (guitarra portuguesa) e Rui Santos (contrabaixo).
Aqui ficam algumas imagens desse encontro memorável.
Teresa Filipe, educadora de infância residente em Almeirim, escolheu uma velha adega para mostrar cerca de 500 presépios, menos de metade da colecção que foi reunindo nos últimos oito anos.
"Não sei exactamente quantos presépios tenho porque ainda não estão todos catalogados, mas seguramente são mais de mil", disse à agência Lusa, confessando que o "sinal", o "ponto de partida" para esta colecção chegou com o presépio que lhe foi oferecido 2000 pela Equipa de Jovens de Nossa Senhora, à qual pertencia.
"A partir daí houve um envolvimento e um entusiasmo muito grande" não só por parte do casal, mas da própria família e dos amigos, e dos amigos dos amigos, que permitiram enriquecer a sua colecção com presépios de todo o Mundo.
"É uma colecção infindável", disse, sublinhando que o crescente interesse das pessoas pela colecção de presépios levou os próprios artesãos a fazerem mais peças, encontrando-se hoje uma oferta muito diversificada.
À entrada da sua exposição, na Rua dos Charcos, junto ao antigo Instituto da Vinha e do Vinho, em Almeirim, 5.000 rolhas de cortiça formam o presépio que nasceu das mãos do escultor José da Costa, abrindo caminho à descoberta de milhares de peças, de vários tamanhos, materiais e origens.
Desde os presépios africanos, como os de pau-preto de Angola e Moçambique, à alegria das cores, e imaginação, do Peru, aos vidros de Itália ou as rendas de Bruxelas, às figuras características de Portalegre ou ao traço inconfundível do artesão de Mafra Jorge Batalha (com o seu divertido presépio metido dentro de um Volkswagen Carocha).
A colecção de Teresa Filipe conta com a originalidade que nasceu do desafio que lançou à mãe, para que fizesse um presépio em lã, figuras que se multiplicaram e que actualmente são vendidas em feiras de artesanato um pouco por todo o país.
A umas dezenas de quilómetros, no Museu Escolar do Concelho do Cartaxo, situado em Vale da Pinta, perto de 500 presépios ocupam o espaço que foi possível disponibilizar para acolher as peças feitas especialmente por escolas, centros de dia e outras instituições do concelho ou ainda as que foram cedidas por particulares, como os presépios de vários pontos do Mundo reunidos por um dos munícipes.
Depois de uma semana dedicada às visitas escolares, o Museu vai receber, na semana do Natal, a visita dos utentes de lares e centros de dia, tendo já agendadas visitas de instituições doutros concelhos para Janeiro, disse à Lusa Carla Neves, directora técnica do Museu.
Nas antigas instalações da Escola Prática de Cavalaria, em Santarém, estão em exposição presépios feitos por escolas, freguesias e paróquias do concelho, sendo ainda possível visitar, até dia 23, a exposição de presépios de todo o mundo patente na Sala Polivalente do Hospital de Santarém.
A exposição, com 180 peças de particulares que os cederam para a exposição, conta ainda com 12 originais a concurso, elaborados pelos diversos Departamentos do Hospital.
Na Póvoa de Santarém, o ex-presidente da Junta de Freguesia, Eurico Ribeiro, abre as portas da garagem da sua casa, até 06 de Janeiro, para quem quiser ver o presépio com 250 figuras que montou no último mês com a ajuda da família.
Na última noite do ano de 2009, a praça 5 de Outubro, o coração da cidade de Torres Novas recebe mais uma festa de passagem de ano. À semelhança do que tem sucedido nos últimos anos, os torrejanos poderão dar as boas-vindas ao novo ano em pleno centro da cidade, com direito a espectáculo, fogo de artifício à meia-noite e festa pela noite dentro no Café Concerto, do Teatro Virgínia.
A Companhia de Ballet do Teatro da Ópera de Lviv, uma das mais prestigiadas companhias da Ucrânia, apresenta este sábado, dia 19, às 21h30, em Torres Novas, a lendária peça de bailado "Quebra Nozes". Composta por mais de 40 bailarinos e bailarinas, sob a direcção de Igor Jramov, esta companhia apresenta-se com um guarda-roupa, cenografia e toda a ambiência das grandes representações fazem honra às reconhecidas produções de ballet clássico.
Bilhetes a 22,5 euros à venda no Teatro Virgínia.
Não são os famosos "cinco" dos livros que encantaram gerações de adolescentes. São
o grupo musical "Os Cinco", composto pelos cantores Sofia Gaspar, Rita Reis (Non Stop), Filipe Gonçalves e David Ripado (da OT1- Operação Triunfo 1). Esta quinteto vai estar na passagem de ano na cidade de Santarém, no largo do seminário. É o 5º ano que a Câmara organiza festejos de passagem de ano que voltam a distribuir-se por vários palcos da cidade.
A partir das 22h30, o palco de Marvila está a cargo da Orquestra Costa Verde. Em palco vão estar sete músicos que prometem apresentar um reportório musical variado, que vai da música mais popular, ao Tango, Valsa, Samba, Salsa, Boleros, Dance Music, Rock, bem como temas tradicionais portugueses.
O Projecto de Educação para a Sustentabilidade da Câmara de Santarém propõe aos comerciantes e clientes uma nova forma de fazer compras nesta Natal: levar os produtos numa tradicional cesta de verga e não em sacos de plástico.
Este projecto, com o qual a Câmara de Santarém foi distinguida pela Fundação Calouste Gulbenkian, conta já com uma elevada adesão dos comerciantes do Centro Histórico.
Agora já sabe, no comércio de Santarém escolha levar os produtos na cesta e esqueça os sacos. E para quem acha a cesta mais "foleira", pode mesmo decorá-la a gosto e voltar a fazer compras com um novo look.
O artista riachense, Gomes Pereira, tem patente uma exposição interactiva sobre Fernando Pessoa em Riachos (Torres Novas).
O pintor explica, em entrevista à TV Ribatejo, o que se pode ver nesta exposição.
O Veto Teatro Oficina comemora 40 anos de existência e para assinalar esta data emblemática realiza no sábado, dia 12 de Dezembro, às 21h30, uma Gala comemorativa do seu aniversário.
Um espectáculo retrospectivo de homenagem a todos os que tornaram e continuam a tornar possível a alegria de fazer teatro com direito a veto.
Depois de mais de meia centena de peças ao longo de tantos anos de existência, esta companhia de Teatro, que integra o Círculo Cultural Scalabitano, tem percorrido o País, de Norte a Sul com peças para miúdos e graúdos, mostrando grandes êxitos como os palhaços “Pantufa e Farófias”, em 2007 “Bernardo Santareno…nos Túneis da Liberdade” e Em Outubro, a peça “La Nonna” que marcou o arranque das comemorações das quatro décadas de existência do grupo de teatro e que nos conta a história de uma família de emigrantes italianos destruída por causa da avó de 100 anos que come tudo o que encontra pela frente, levando a família à miséria.
Depois de 40 anos a fazer história, o Veto Teatro Oficina promete continuar entre nós, pelo menos por mais 40, fazendo sempre mais e mostrando o que de melhor se faz no Teatro Português.
Feminina é a nova afirmação do extraordinário talento de “The Legendary Tigerman” e chega dia 11Dezembro, às 21h30 ao teatro Sá da Bandeira em Santarém.
O compositor Pedro Barroso actua no Teatro Virgínia, em Torres Novas, no próximo dia 12 de Dezembro, pelas 21h30.
A assinalar 40 anos de vida artística, numa celebração que é ao mesmo tempo um acto de evocação interior, o autor, cantor e compositor apresentará um espectáculo com as canções mais emblemáticas da sua carreira, que promete recuperar temas de ‘contemplação e resistência, a ternura, a portugalidade, a intervenção social, o erotismo, a utopia e a ironia social.
Foi uma surpresa. Fiz espectáculos muito emotivos por todo o país e houve uma resposta inesperada, para mim, por parte do público. Acho que as pessoas sentem fome de algo diferente, de uma atitude musical independente como sempre tentei ter. Nunca fui oco, não fui em modas e se, no pós-25 de Abril a minha música - como a de outros – foi considerada popular, era porque sentíamos a necessidade de fazer música para ser entendida por todos, que chegasse ao país e não fosse apenas algo de uma meia dúzia de intelectuais. Depois cada um de nós evoluiu de acordo com a sua sensibilidade artística e hoje acho que a minha música é mais de intervenção filosófica.
Houve quem afirmasse que a revolução faz-se na cabeça das pessoas. Hoje há um tamanho grau de cinzentismo, de infelicidade, de desequilíbrio, que é muito importante procurar na intimidade das pessoas e na ternura formas de modificar o estado das coisas. É isso que tenho procurado fazer de acordo com o que é a minha forma criativa de ser um eterno utopista. É essa a minha forma de criar música, que é a de colocar palavras inteligentes em músicas bonitas.
Há uma altura em que temos que ser honestos connosco próprios e com o público. Este espectáculo em Torres Novas será o último grande espectáculo mas vou continuar a compor, a fazer música, a gravar e a dar concertos, mas mais pequenos. Quero ter tempo para o Pedro Chora, o meu pseudónimo para a pintura, para dar uns passeios e para escrever mais. Aliás, saiu recentemente o meu quarto livro “Contos Anarquistas”.
Este concerto não é uma despedida. É apenas um último grande concerto, desses de mais de duas horas. São espectáculos que saem da alma, da garganta e do coração. É tempo de parar. Vou acabar com estes concertos antes que eles acabem comigo (risos). Não quero ficar a dever nada à qualidade e ao nome que construí.
Este concerto assinala exactamente o dia em que há 40 anos que estreei no Zip-Zip. Vai ser uma viagem a 40 anos de música, da que fiz e da que ainda que não gravei. Espero que todo o Ribatejo venha ver, desta pátria que é a minha e onde nunca cultivei qualquer tipo de “apartheid”. Sei das rivalidades entre Riachos e Torres Novas, mas se aqui faço o concerto, no Teatro Virgínia, é porque é hoje a principal sala do concelho e da cidade, aqui onde cresci e me fiz pessoa. Acredito que será um concerto de muitas emoções.
Disse que a afluência do público aos seus concertos foi inesperada. Acha que o seu trabalho tem sido bem tratado ao longo dos últimos anos?
Sinto que tenho um público fiel que gosta da minha música e que, inclusivamente, vem de longe para ver os meus concertos, como já aconteceu muitas vezes este ano. As rádios hoje funcionam num sistema de grupo de meios que passam os mesmos conteúdos em todos e que não apoiam algumas formas de música. Há muita falta de gosto na rádio e na televisão que se faz hoje em dia. Apesar de não me poder queixar muito da televisão este ano, até porque estive em vários canais a propósito desta comemoração dos 40 anos de carreira. Mas ainda assim, acho que falta um verdadeiro programa de televisão que seja de música, feito para músicos e pelos músicos.
Quanto a concertos, não me queixo de falta de trabalho. Nunca imaginei dar tantos concertos ou encher o S. Luiz em Lisboa num só ano. Era algo impensável há 10 anos e este ano isso aconteceu.
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