Segunda-feira, 12 de Novembro de 2007

Ribatejano vence mundial de acórdeão


João Barradas, de 15 anos, sagrou-se Campeão do Mundo de Acordeão, ao vencer o 57º Troféu Mundial de Acordeão que se realizou entre 5 e 9 de Novembro na cidade de Samara, na Rússia. João Barradas é natural do Porto Alto (Samora correia) e classificou-se em 1º Lugar na categoria Júnior Variette.

A sua preparação para concursos nacionais e internacionais é feita na Escola de Música Serenata em Alcobaça com o Bicampeão do Mundo, professor Aníbal Freire que muito tem contribuído com o seu empenho e sabedoria para o sucesso que o João Barradas tem conseguido no mundo do acordeão, a saber: 7 (sete) títulos de Campeão Nacional, 4 (quatro) títulos de Campeão Ibérico, 1º Prémio no Concurso Internacional de Castelfidardo – Itália, 1º Prémio no Concurso Internacional em Pula – Croácia, dois 1º Prémios no Concurso Internacional de Cedeira – Espanha, Vice – Campeão do Mundo em Kragujevac – Servia, entre outros, é de salientar que o seu professor Aníbal Freire acompanha-o sempre e apoia-o em todas as situações.

A brilhante prova que o João Barradas executou na Rússia, foi reconhecida pelo júri com a pontuação média superior aos premiados das outras categorias deste Troféu Mundial, pela assistência com uma forte ovação, tendo o João Barradas que voltar ao palco para agradecer os aplausos de um auditório com lotação esgotada por um publico que muito aprecia este magnifico instrumento que é o Acordeão, de referir que na Rússia existe mais de 1 milhão de acordeonista federados, sendo alguns dos mais consagrados a nível mundial.

sinto-me:
música: a vitória
publicado por ocheirodesantarem às 16:08
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Domingo, 26 de Agosto de 2007

Cavalos e bicicletas vigiam florestas no distrito de Santarém

Bicicleta e cavalo. São dois dos meios utilizados no distrito de Santarém para a vigilância da floresta contra os incêndios florestais. O Governador Civil de Santarém deslocou-se ontem a Montalvo, Constância, e a Samora Correia, Benavente, para conhecer os locais onde se verificam estas práticas, únicas a nível nacional.


Para Paulo Fonseca, o dispositivo de combate aos fogos não está exclusivamente nas mãos dos bombeiros. É importante a existência de um mecanismo eficaz de detecção e vigilância. Por isso, a integração de um cada vez maior número de entidades nesta vertente, sob coordenação da Guarda Nacional Republicana (GNR), contribui para um trabalho ainda mais positivo por parte dos soldados da paz. A utilização do cavalo para a realização de patrulhas, como acontece no Centro Hípico de Santa Bárbara, em Montalvo, é «absolutamente saudável, porque é dissuasor da tentação do crime», afirmou o Governador Civil, para quem esta acção serve ainda um outro propósito.


O cavalo é um produto turístico regional que deve ser valorizado e que, como se verifica, possui características multifacetadas, onde se associa o complemento da cidadania à actividade equestre. Este aproveitamento de meios resulta na realização de duas patrulhas diárias por outros tantos circuitos, um dentro da propriedade do Centro Hípico, com uma extensão de 15 quilómetros, outro exterior, onde são percorridos 25 quilómetros.


Em Samora Correia, passa-se do cavalo para as duas rodas. Na Companhia das Lezírias, a vigilância é efectuada com o objectivo de proteger a maior fonte de receitas da instituição: os 8.500 hectares de montado. Apesar de a Companhia das Lezírias ser actualmente responsável pela Coudelaria Nacional, o recurso ao cavalo ainda não é possível, devido à inexistência de jovens que saibam montar. No entanto, Vítor Barros, presidente da instituição, assegura que a prevenção e a vigilância estão bem reforçadas, através da criação de asseiros, dos seis guardas florestais, de um posto de vigia e de pontos de água.

O uso do cavalo para o patrulhamento da floresta contra os incêndios, inédito em Portugal, bem como das bicicletas é uma iniciativa que resulta de candidaturas apresentadas pelas Juntas de Freguesia de Montalvo e de Samora Correia no âmbito do Programa Voluntariado Jovem para as Florestas do Instituto Português da Juventude (IPJ). Segundo o Delegado Regional de Santarém do IPJ, o projecto tem revelado resultados bastantes positivos, também fruto da boa relação com os responsáveis pela Protecção Civil distrital. Em Santarém, a acção «corre bem, melhor do que na maioria dos distritos», considerou Hugo Cristóvão, que salientou ainda a importância da associação entre a integração dos jovens na componente cívica e o contributo para o sistema de combate aos incêndios florestais. Em 2007, foram, no distrito, aprovados 17 projectos que envolvem quase 400 jovens.


Paulo Fonseca aproveitou para explicar que um dos objectivos para 2007 é a diminuição do número de ignições e a sensibilização da população em geral para os seus deveres de responsabilidade civil, nomeadamente a não realização de queimadas. Afinal, cada cidadão é um agente de protecção civil.


Patrícia Moital
publicado por ocheirodesantarem às 23:22
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